O professor e ex-sacerdote Albino Pakisse afirmou nesta sexta-feira, 24, em entrevista ao jornal O Decreto, que muitos dos actuais governantes de Angola “não são verdadeiramente angolanos”, denunciando o domínio estrangeiro em sectores estratégicos do país.
Segundo Pakisse, em empresas como a TAAG, Sonangol e Energia e Águas, “quem manda são estrangeiros e o angolano é apenas empregado”.
O ex-sacerdote defendeu que Angola precisa de uma nova consciência política e patriótica, alertando que o país caminha para uma nova revolução caso não haja mudanças profundas.
Sem demonstrar receio de represálias, Pakisse revelou que antigos governantes já reconheceram a veracidade das suas críticas, acrescentando que acredita que o mesmo acontecerá com os actuais dirigentes “entre 2028 e 2030”.

