Normalmente, não sou do tipo de pessoa que gosta de defender ninguém. Mas quando algo está correto, gosto de ver e dizer publicamente as coisas como elas são.
Hoje deparei-me com uma publicação numa página anónima que afirma que o diretor do Hospital de Simeone, em Mucuni, é arrogante e outros nomes pouco agradáveis. Não venho aqui em defesa por interesse pessoal — até porque não sou funcionário daquela instituição —, mas sim como utente do hospital e alguém que conhece um pouco do próprio diretor.
Quero afirmar com clareza que essa informação é totalmente falsa. O que acontece é que, muitas vezes, na província do Cunene, as pessoas preferem diretores “flexíveis”, aqueles que deixam tudo passar, mesmo sem qualidade. Infelizmente, essa mentalidade faz com que se critique quem é mais rigoroso e comprometido com o bom funcionamento das instituições.
O Hospital de Simeone é um bom exemplo disso. As experiências que tenho tido e as informações que recebo de alguns colaboradores são positivas. O atendimento tem melhorado e há um esforço visível da direção em manter o hospital a funcionar bem e com disciplina.
Hoje mesmo estive lá, acompanhando uma cidadã com um bebé com problema no pescoço. O médico deu alta, e percebi que, às vezes, certos problemas vêm de alguns enfermeiros ou médicos que tratam mal os pacientes. No fim, quem leva a culpa é o diretor, apenas por ser o responsável maior.
Por isso, não concordo com o que foi dito nessa página anónima. Vim aqui em público para esclarecer e defender a verdade. Quem achar o contrário, que traga o contraditório com fatos, porque o que falo é baseado naquilo que vejo e constato pessoalmente.
A todos, desejo bom atendimento nos hospitais — e que o Hospital de Simeone continue a ser um exemplo de gestão séria, rigorosa e comprometida com a qualidade de serviço à população.


Bem dito. Eu também notei que é alguém comprometido com o trabalho, alguém rigoroso e não arrogante.